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Overcoming myself nowadays

Considering all of the facts I’ve already gone through when it comes to learning English, that’d be remarkable remembering myself and letting the readers know about the challenge I settled myself in order to make things be worth banging my head against a brick wall.

What do I mean by that?

Not facing an English speaking country’s culture itself every day happens to be one of the biggest problems in achieving intended language’s skills. Besides English has spread any boarders, being everywhere, we’d better do efforts to get the required feeling with it.

Listening, reading, speaking and writing are the basic skills to be developed meanwhile. That’s why I hope sharing more posts that brings content of my readings. Having a blog is more than producing and sharing content. For me it is a real opportunity to learn by writing, that is, by practicing the writing, making it be internalized.

For this very beginning, I will be starting some reading period with this very well known novel that’s been still warm in people’s loving hearts: Harry Potter and The Philosopher’s Stone.

Even if this novel is not actual, it’s never late to learn… and appreciate a reading time.

9781408855652

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Hoje: uma constância da existência?

Às vezes, como apontado em algumas postagens anteriores, reflito sobre coisas que não sei o porquê me ocorreram refletir. Assim, hoje falarei do Hoje.

Falar do Hoje pra mim é discorrer sobre o Surpreendente e ao mesmo tempo sobre o Angustiante: uma dualidade invisível, mas perceptível.

Me surpreende, pois é no meio do Hoje que encontramos o Contemporâneo, o Já, o Agora, o Real, seu estado Sendo, o Presente Contínuo. O Hoje é a passagem para o Amanhã, é um interstício que finge permitir a chegada de um tempo que apenas existe enquanto palavras que tratam de situar fatos no tempo, pois o Amanhã ocorre concomitantemente com o Hoje, além do que nada é Amanhã, mas tudo é Hoje.

Eu ainda diria que fatos históricos, grandes ou não, ocorreram no âmbito do seu Hoje. Pontuo fatos históricos, mas diria qualquer evento já ocorrido que colocamos para trás do nosso estado de experiência com o Atual: aqui, digo sobre aquilo que chamamos de passado.

Por algo que ocorre no âmbito do seu Hoje quero dizer que, embora um determinado fato cravado na cronologia tenha ocorrido no dia X do mês N do ano Y, de forma alguma se poderia chegar ao Amanhã, pois mesmo o Titanic em sua viagem inaugural naturalmente engajado no seu propósito para aquele dia, não tão só não alcançou o Amanhã como jamais o alcançaria, pois é impossível alcançar o Amanhã, senão estar preso no seu Hoje, sendo o Amanhã apenas uma psicoreferência para planos que possam ocorrer no psicohoje-do-amanhã, o qual chamamos de futuro. E assim também vivemos nós: buscamos um amanhã melhor que, na realidade, nada mais é que o Hoje que nos é dado instante a instante como chances para vivermos e claro, buscarmos evoluir, melhorar, nos alegrar, aprender, conquistar.

Não há Amanhã: há instante após instante. Esse instante após instante é o Hoje, e o Hoje não tem passado nem futuro, nem traseira nem dianteira; o Hoje é singular, desprovido de companhia: não é pareado.

Um coletivo de instantes a longo prazo poderia ser chamado Amanhã. Um coletivo de instantes já decorridos, Passado. Mas não, o Hoje é a condição a qual estamos presos, e aqui friso o que pode ser angustiante.

Talvez essa angústia a que me refiro tenha relação com essa capacidade que temos de não sairmos do Hoje. A ideia de futuro é inalcançável quando tratamos o Hoje sob essa ótica. Assim também funciona com a ideia de passado. Nossos planos pertencem a um Hoje que todavia não chegou, mesmo que queiramos acreditar que o possamos ver e alcançá-lo pelo menos ao nível do desejo, tornando tardia sua concretização.

É aí que me pergunto se vivemos uma constância do Hoje ou se de repente podemos estar mais vinculados a uma tentativa de constante saída do passado com constante entrada no presente.

Mas mesmo que todo esse pensamento seja um mero ócio criativo, eu ainda acreditaria que nós, humanos, nada somos, mas estamos sendo.

 

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Nada é tão novo assim: conceitos

Acho interessante quando leio Manuel Castells, e ele com naturalidade e maestria acaba por desenhar, por meio das suas palavras, o descortinar de uma sociedade enredada nas malhas de uma rede: sociedade em rede, uma nova configuração e forma de economia social que, apoiado pelas tecnologias da informação e da comunicação (TICs), temos adentrado pouco a pouco, como que deambulando na passagem entre os tipos de sociedade (já) existentes, nesse novo Configurar.

Apontei Castells para introduzir o que pretendo pontuar com o Nada é tão novo assim, título desse post.

 Na verdade, recentemente trabalhando com seus manuscritos sobre sociedade em rede me deparei com a citação:

O que é novo é o facto de [informação e conhecimento] serem de base microelectrónica, através de redes tecnológicas que fornecem novas capacidades a uma velha forma de organização social: as redes (CASTELLS, 2006, p. 17, grifo nosso; In: ______. A sociedade em rede: do conhecimento à política. In: CASTELLS, M.; CARDOSO, G. A sociedade em rede: do conhecimento à acção política. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 2006).

Destaco o termo velha forma na citação acima, pois é isso que me traz aqui, falar de uma possível velha forma, uma velha noção, um velho conceito possivelmente não tão novato ao momento.

Embora o que Castells pretenda dizer com a citação é que a amplitude desse conceito taxado velho seja adequado à contemporaneidade com suas formas de (re)organização, haverão, portanto, conceitos antigos encarnados noutros contextos: rede, antes enraizada no campo da medicina com seu envolvimento nocional, fazendo alusão ao corpo humano, com as redes subcutâneas, sistêmicas e de caráter neuronal ou do sistema circulatório com suas arteríolas, veias e artérias, chega à atualidade caracterizando redes microeletrônicas, um novo modo social de se organizar. Fala da era de uma rede com seus nódulos e ramificações.

Nada é tão novo assim…

No livro de Eclesiastes, capítulo 1, versículo 10 da Bíblia, diz o seguinte:

Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Não! Já foram nos séculos antes de nós (Tradução por João Ferreira de Almeida).

Numa outra tradução mais voltada ao vocabulário e estrutura gramatical vigentes lê-se:

Tudo já foi dito ou feito antes. Você pode mostrar alguma coisa nova? Como é que você sabe que isso não existiu há muito tempo?

A efemeridade do novo é ativa, vigente e contemporânea. É o agora. O já.

Dessa forma, acredito que existam inúmeras maneiras se trabalhar com velhos conceitos disfarçados de Zé-Inovação. A título de exemplo, gostaria de apontar um muito corriqueiro nos dias atuais: a troca de mensagens.

Trocar mensagens de texto: os meios podem ser diferentes. Naturalmente antes da era smartphone, a troca de mensagens podia se configurar de diversas maneiras, inclusive por meio dos bilhetinhos de papel de caderno que há muito fez a alegria dos pré-nativos digitais ao passar e repassar recados e conversas durante as aulas nos ensinos fundamental e médio.

A troca de mensagens existia: um conceito. Ele sempre existirá, só inovaram por onde fazer, isto é, seu suporte, o local do seu mais atual cravejamento/manifestação.

Paquera via bilhetinhos de papel de caderno ou paquera via Whatsapp é paquera da mesma forma. Nesse sentido, o que muda é o que o Hoje permitiu como aprimoramento de um conceito antes taxado velho. Mensagem é produto da comunicação e vice-versa, logo, comunicar mensagens é um conceito não tão novo assim, porém, obviamente carnalizado no agir do homem moderno, assim como o foi noutros períodos históricos, porém de formas diferentes.

Já ouviu sobre tribos africanas que se comunicam através da batida dos tambores ouvidos há longa distância? Pois é! Há! (Texto encontrado no capítulo 1 – Tambores que falam – do livro A Informação, de James Gleick).

O já-lá discursivo já existia. Nada é novidade. Nada é tão novo assim. O que nos achega, portanto, são remodelações passíveis de serem postas noutros atores, sociais ou não, quer seja a rede ou a mensagem.

 Falamos de velhos vinhos postos em odres novos.

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Fixação: sentidos no retrato?

Conseguir fixar um sentido é conter alguma coisa no meio das imensas correntes de sentido que nos chegam.

Citando Viviane Mosé a partir do seu livro, O homem que sabe, página 43, começo o recorte para a noite. 

Falar sobre sentidos é um ato um tanto que complexo, pois o sentido é elaborado do calor do acontecimento, mediante o cruzamento de discursos e intercâmbio de diálogos. 

Por que reter um sentido é fixar algo no meio de imensas correntes de sentido? 

O sentido é movente, assume significações distintas, necessitando ser preso para fazer sentido à contemporaneidade, isso mediante convenções sociais. 

O termo “bárbaro”, que antes assumia sentido de um povo como sociedade tribal, passou por movências de sentido ao longo do tempo, chegando ao cenário atual com sentido daquilo que revela qualidades positivas. 

Portanto, para o que chamamos de contemporâneo, esse é um sentido que tem tido crédito, assim como muitos outros como “bombar”, “pirar”, “lacrar”, “zuar” etc. E o Tuitar? Dar like? Seguem o mesmo sentido, o mesmo rumo. Fenômenos do ciberespaço. 

Em meio a uma odisseia de sentidos moventes, como Saussure aponta em seus escritos sobre a mutabilidade do conceito da palavra, tenta-se restringir o que não se restringe, pois o sentido está preso na linguagem e a linguagem, presa ao homem, portanto, se o homem é movente no delineamento das suas formas de expressão, logo serão igualmente cambiados os seus sentidos proferidos. 

E assim segue a vida. Vejamos, então, os sentidos que estaremos aptos a ‘segurar’ e, principalmente, por quanto tempo. 

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Blogando

Homem, completude e religão? Pensei. 

Numa odisseia de pensamentos me perguntei se o homem é feliz e às vezes permanece triste ou se é o oposto, é triste e constantemente corre atrás da sua felicidade. 

Como refletir, filosofar é crescer por dentro, arrisco dizer que creio que o homem, como peça de todo um sistema social arranjado, acaba por se deparar com angústias que o arrastam ao caminho de um abalo sentimental não tão positivo assim, podendo resultar, ou não, num estado de tristeza. Falo de um vacilo totalmente humano justamente relacionado a nossa estrutura humana que é falha e limitada. 

Assim, passo também a compreender mais e mais a necessidade do envolvimento do homem com o mundo espiritual por meio da religião, pois apenas na carnalidade intrínseca ao homem não temos princípios que nos movam a ser melhores sem se elevar o ego, a soberba e a altivez.

Pronto. Pensei. 

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Blogando, Na estrada

Sistema: uma reflexão de momento

Nesse instante estou em um microonibus, vindo de um parque aquático. O pensamento e proposta desse post me vieram assim, em plena estrada, por isso resolvi escrever. Perdoem-me pela talvez incoerência ou não coesão, mas entre paisagens, hits, aceleradas, conversas e risadas tento registrar aqui, da melhor forma, o pensamento que me tomou. 

Tantas são as aplicações existentes ao termo sistema em/para comunidades discursivas diferentes. Fala-se de sistemas nos âmbitos da medicina, da administração, da informática, da engenharia etc.

Não me delongando no pensamento, mas apenas criando referência para que possamos pensar juntos, é que introduzo o tema. 

No exercício do pensamento superordenado, isto é, partindo-se de um sentido específico em direção a um sentido geral, é que contextualizaremos nossa reflexão. 

A partir do conceito de sistema, no bojo da biologia, em sentido filosófico, podemos partir da ação celular, que em si executa um trabalho sistemática; trabalho esse relacionado ao seu próprio sentido e função, procurando resultar, então, noutros sistemas, como o digestivo, o circulatório, o respiratório etc. 

Tendo alcançado a constituição sistêmica total enquanto fisiologia no campo da biologia chega-se ao homem, pensante, formado, complexo e sistemático, tornando-se engrenagem de sistemas maiores, como o social, o econômico, educacional dentre tantos outros formados no seio da sociedade. No mesmo exercício, chega-se  ao sistema solar, pense. Isso só é possível quando concebemos a humanidade envolvida no enlace de um sistema invisível a nível planetário que se expande vertical e horizontalmente alcaçando dimensões intergaláticas, pois o homem se relacionada com a Terra, que se relaciona com outros planetas, que se relaciona com nossa galáxia, que se relaciona com outras galáxias, que se funde noutros complexos e infindáveis sistemas: um vaivem filosófico-conceitual arranjado aos nossos olhos, mas imperceptíveis sem  esforços nossos à visão crítica e leitura de mundo que nos circunda. 

Faz-se essa reflexão a fim de exercitar habilidades de englobar movências sociais tão presentes em nosso cotidiano, que de tão presentes, acabam por ser pouco passíveis de notoriedade. 

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Blogando, Na estrada

Visão sobre o namoro: particularidades

Nomorar. Esse verbo que expressa o desejo de uns e a aversão de uns milhares. 

Bom, de forma alguma não sou expert nessa temática; meu livro de relacionamntos malemá daria um prólogo, porém, assim como você, eu também filosofo sobre tal questão

Namorar ou não? Um dilema a se viver. 

Estive perguntando qual seria o propósito do namoro: conhecer ao outro? Fornicar? Sexualizar? Abraçar? Beijar? Rolar? Não sei. Bom… certamente pra cada qual, um qual é o mais adequado. Suponho que essa é uma discussão de teor relativo. 

Minha reflexão

    • Se você busca namoro para se sentir completo, então encontre a si mesmo(a) antes;
    • “Ai, queria namorar, pois assim teria um confidente”… Não. Eu penso que se quer um confidente, aproveite as boas e saudáveis amizades consolidadas, com maturidade e experiência de vida, pois essas têm opiniões imparciais, livres de julgamento. Eu aprendi/-do muito assim;
    • “Tenho medo de ficar sozinho na vida” … essa eu acho o ÓH! Algo de magnífico que tenho aprendido com a vida é: acredite em si mesmo, conheça pessoas, não espere que a vida seja justa, sonhe, experimente voos maiores a partir do seu potencial e não dependa do outro para ser feliz;
    • Se quer namorar, mesmo que hajam os dilemas, que seja para somar, se completar, juntar o par ao ímpar, assim como o negativo ao positivo, e aprender com erros e acertos alheios, assim como do outro espera-se a devida postura; talvez seja essa a essência para atenuar o desequilibrio a dois que alguns, talvez alguns milhares temem viver. Acho que namorar é isso. 
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